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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Slipping

Estava eu navegando pela comunidades do orkut, 
quando encontro esse video. 
O nome da banda é Quadron
é da Dinamarca, e lançou um disco em 2009
ultimamente ela fez esse video e começou a fazer sucesso em blogs do mundo a fora. 
A banda toca um soul eletrônico, 
muito gostoso de se escutar, e de assistir também.

Essa é a dica de música de hoje, espero que gostem.

"If you can't do what I do it's 'cause
Wou reap what you sow"

(Por: Miguel Arcanjo)


 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Diário de um cão



1ª semana: Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!

1 mês: Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2 meses: Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova “família humana ” cuide tão bem de mim como ela o fez.

4 meses: Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses: Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz “pipi” dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar. 

8 meses: Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido… Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!

12 meses: Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!

13 meses: Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.

15 meses: Já nada é igual… Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue…

16 meses: Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. “Ouçam, Esperem!” lati… se esqueceram de mim… Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.

17 meses: Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: “pobre cãozinho, deve ter se perdido.”  

18 meses: Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus “irmãozinhos”. Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras “para ver quem tinha melhor pontaria”. Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses: Parece mentira quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

20 meses: Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado “calçada”, mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho…

Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo…Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: “não chegue perto”. Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. “Pobre cãozinho, olha como te deixaram”, dizia… junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: “Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio”. É melhor que pare de sofrer”.

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria..
 
(Altor Desconhecido)
 
 
"Estava eu navegando pelo orkut quando encontro uma comunidade com essa história, e refleti. Poxa, essa história acontece diariamente, muita gente lê e pensa, poxa que triste, que pena e tudo mais, mas não vê que isso acontece em todo lugar, e ninguém ajuda esses coitados que estão ai nas ruas, sofrendo, sendo agredidos. No mais, uma boa ação que vi esses dias na net foi essa matéria, no site ANDA "vejam"
Como fico emocionado vendo pessoas ajudarem esses coitados animais indefesos... “

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

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Por enquanto são esses...
Visitem

 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Transbordo



 Desculpa pelas vezes que chorei no seu braço.
 Mas não se preocupa, pois nenhuma foi de tristeza
 Mas sim, não passa de meu coração sem palavras para expressar
 O quanto te amo! Daí, trasbordo pelos olhos de tanta paixão.  

(Por: Miguel Arcanjo)

O LEÃOZINHO

Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

E um filhote de leão raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
E o meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu

Gosto de ficar no sol, leãozinho
De te ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar no sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar no mar


( Por: Caetano Veloso)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Garoto da cidade pacata


Assim como muitas coisas que acontecem por acaso na vida de um garoto morador de uma cidade pacato de interior, certo dia aconteceu que conheceu a pessoa que ele sempre quis conhecer, a pessoa que ele sempre pediu a Deus, como num relance conheceu um alguém que em menos de 48 horas, percebeu que estava realizado, e que com o passar do tempo foi cada dia mais evidente o quanto esse amor iria perdurar. Tanto que um belo dia o garoto da cidade pacata, recebeu um convite de namoro, e ele rapidamente aceitou e agradeceu com um grande e demorado beijo, daqueles de cinema sabe?! Com direito a close e tudo mais.

Hoje em dia, o menino calmo da cidade pacata faz seus velhos planos só que começou a incluir um espaço, que está reservado para o amor da vida dele. Um espaço que nenhuma outra pessoa poderá tomar! O que não é uma obrigação, mas sim uma atitude recíproca de pessoas que se amam, que se respeitam e sobre tudo, que dão valor aos verdadeiros sentimentos.

Os planos para o futuro são muitos, mas só que o que resta é ter fé, que um dia eles iram se realizar, e por mais que problemas aconteçam pelo meio do caminho, eles iram servir de degraus, que ajudaram a chegar cada dia mais alto. E apesar de que o pra sempre, sempre acaba, o fim é só um motivo de um novo recomeço, e é juntos que devem ficar por muito e muito tempo!
 
"Vamos fazer isso sempre, pra sempre!"


(Por: Miguel Arcanjo)

Breve relato de 2010


FIM de 2010 Um ano que foi repleto de comemorações, conquistas, e alegrias.
Agradeço a Deus, a tudo que passou de bom e desejo que o que tem por vir seja sempre bem melhor...
Algumas decepções, mas nada que sirva de lições.
O que resta é rever as fotos que tiramos no decorrer do ano, e relembrar os bons momentos, e os novos amigos que conquistamos!
 



(Por: Miguel Arcanjo)